Cheias: Carlos Barroso atribui "culpa" ao executivo camarário
Relevando o incómodo que as cheias causaram na vida dos lisboetas, fazendo com que muitos não chegassem ao trabalho e com que muitas crianças perdessem um dia de aulas, o deputado afirmou ter ficado "espantado" com as afirmações, logo pela manhã, do Vice-Presidente da edilidade, afirmando que a situação estava controlada.
Barroso ressalvou que as principais inundações deram-se em obras emblemáticas do PS, como é o caso do Túnel do Campo Grande e da João XXI, obras de má concepção no escoamento de águas.
Relembrou que na sessão da Assembleia de 4 de Dezembro, a bancada municipal do CDS-PP apresentou uma recomendação(aprovada por unanimidade), na sequência das inundações de Setembro, a solicitar à CML que procedesse à limpeza de todas as sarjetas e escoamento de águas bem como obras de intervenção nos casos de má concepção, entre outras medidas.
O deputado democrata-cristão refere que a recomendação não foi tida em conta pelo executivo camarário, e que dê especial atenção às declarações do Ministro do Ambiente, responsabilizando as autarquias pelas cheias.
Por fim, o deputado interrogou o executivo sobre se houveram inundações no Túnel do Marquês, uma vez que não houve qualquer dado disponibilizado sobre esta infraestrutura e, estranhamente, não abordada nos meios de comunicação social.
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