quarta-feira, setembro 12, 2007

Acordo reforça Polícia Municipal

Após a instalação de radares em várias artérias da capital, os condutores começaram a circular mais devagar. É esta a convicção do comandante da Polícia Municipal (PM), força de segurança que hoje receberá 150 novos elementos.
O acordo, assinado pela Câmara Municipal e Ministério da Administração Interna (MAI), visa sobretudo, adiantou o subintendente André Gomes, "reforçar acções de patrulha, vigilância e controlo na área do trânsito".
Empenhado em modernizar a PM, aquele responsável pretende apostar "num site na internet para agilizar as respostas ao cidadão".
A intensificação do policiamento de proximidade é outro dos objectivos de André Gomes que deu como exemplo de sucesso desse trabalho a "redução dos distúrbios numa escola do 1º ciclo situada em Chelas".
Questionado sobre os meios da PM, o subintendente assegurou ter "tudo o que é preciso, em bens materiais, para executar as funções". No que respeita a meios humanos, André Gomes recordou "que o quadro de efectivos é de 857 polícias, mas dispõe apenas de 364 agentes, número que, no entanto, será ampliado para 514, após a entrada, em Outubro, dos novos operacionais".
Os polícias municipais são um corpo de agentes uniformizado, especializado e armado, requisitado pela autarquia à Polícia de Segurança Pública (PSP), com dependência operacional do presidente da Câmara.
A organização operacional da PM está dividida "por quatro esquadras, com todas as competências da PSP, mas com missões específicas no que concerne a obras, habitação, comércio, saúde pública, socorro e segurança de pessoas e bens", afirma o subintendente. A PM foi criada a 12 de Setembro de 1891, com a colocação de dois guardas do Corpo da Polícia Cívica de Lisboa na Câmara Municipal, por ofício do Governador Civil.



in JN

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