Comissariado quer ver plano executado em breve

Ontem, o DN avançou que o Plano de Revitalização da Baixa-Chiado, por deliberação na conferência de representantes da Assembleia Municipal de Lisboa (AML), baixou a cinco comissões técnicas. De acordo com Carlos Marques, líder da bancada do Bloco de Esquerda na AML, "foi-nos dito pela câmara que não havia pressa em analisar o documento. Que não havia prazo". O plano estava agendado para ser discutido em plenário na passada terça-feira, o que acabou por não acontecer. Contrariando as possíveis intenções da CML de congelar o projecto, o comissariado sublinha que "a proposta é susceptível de enquadrar e sustentar uma operação de reabilitação de património edificado de grande envergadura num processo mais vasto de travagem e inversão do declínio actual pela criação de condições efectivas de atractividade" e de "afirmação competitiva da cidade de Lisboa no plano internacional".
No documento lê-se ainda que o plano "viabilizará também a possibilidade da certificação internacional da sua singularidade e universalidade, através da proposta de classificação como Património da Humanidade".
Agradecimentos
No final, a equipa, que trabalhou sob a orientação da única eleita do CDS/PP na câmara, agradece a "contribuição relevante da vereadora Maria José Nogueira Pinto na sua coordenação e na criação de condições para o desenvolvimento da sua missão, em plena liberdade de iniciativa e na exploração dos caminhos".
A equipa que elaborou o Plano de Revitalização para a Baixa-Chiado é constituída por Augusto Mateus, ex-ministro da Economia, Elísio Summavielle, presidente do Instituto Português do Património Arquitectónico, o arquitecto Manuel Salgado, Maria Celeste Hagatong, administradora do BPI, Miguel Anacoreta Correia, ex-deputado do CDS/PP, e a investigadora e docente de História de Arte na Universidade Nova de Lisboa Raquel Henriques da Silva.
inDN
0 Comentários:
Enviar um comentário
<< Home