Programa de Habitação para a Inclusão quer ajudar grupos de risco a reintegrarem-se na sociedade

O processo de candidatura a estas habitações terá de partir, sempre, das instituições que acompanham as pessoas em risco, tendo essas mesmas instituições a obrigação de fazer o acompanhamento da evolução dos indivíduos durante o período em que permaneçam nestes alojamentos, período esse que nunca poderá exceder os quatro anos. A bolsa inicial deverá ser constituída por cerca de 30 fogos, espalhados pela cidade.
A Câmara Municipal, nomeadamente o pelouro da Habitação Social, tutelado pela vereadora Maria José Nogueira Pinto, de quem partiu esta iniciativa, identificou já algumas dos organismos e instituições com quem poderão vir a ser estabelecidos protocolos de cooperação nesta matéria. Teremos por exemplo, no caso das crianças em risco, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa; a Associação O Ninho e a Obra Social das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor para a prostituição; O Instituto de Reinserção Social do Ministério da Justiça no caso dos ex-reclusos; a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e o pelouro da Acção Social da CML para os sem abrigo e o Ministério da Saúde, que poderá ainda indicar algumas instituições para o caso dos toxicodependentes.
A ideia principal é, de acordo com Maria José Nogueira Pinto, proporcionar às pessoas em fase avançada de readaptação à realidade social, a oportunidade de terem um espaço seu, ainda que temporariamente, para poderem aprender ou reaprender a fazer coisas aparentemente simples como a gestão e manutenção de uma casa ou a simplesmente relacionarem-se com os seus vizinhos.
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in site da CML
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