Sinal verde para cérceas da Avenida da República

Depois de aprovado, o projecto deverá ser enviado à Comissão Coordenadora de Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR). Esta entidade terá que promover a audição de outras entidades representativas dos interesses, no que é considerado o período de debate público, que deverá contar, entre outros, com a participação dos proprietários de edifícios naquela artéria da cidade.
O objectivo deste plano de pormenor em modalidade simplificada passa por reabilitar uma zona de grandes contrastes urbanísticos, nomeadamente ao nível das cérceas, a dimensão vertical da construção. Assim, a autarquia lisboeta vai permitir que 84 edifícios possam alterar as suas dimensões. O plano envolve um total de 130 edifícios, mas 46 ficam de fora das autorizações para "crescerem", visto que muitos são considerados edifícios qualificados. O plano, da autoria do gabinete da vereadora do Urbanismo, Gabriela Seara, prevêem um aumento de edificabilidade de mais de 77 mil metros quadrados.
O benefício total a reverter para a Câmara Municipal de Lisboa será de mais de 18 milhões de euros, enquanto o método de perequação compensatória - que leva a que quem possa construir pague a quem não o pode fazer, - prevê uma verba superior a 16 milhões de euros.
in DN
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